As emoções são impulsos para uma ação imediata em acontecimentos na vida. As respostas emocionais do ser humano são fundamentais para a sobrevivência.

 

Em determinados momentos como raiva, paixão, medo, o equilíbrio se torna instável e a mente emocional assume o comando. 

 

As emoções podem ser agrupadas em primárias e secundárias. As emoções primárias, também chamadas de iniciais ou universais são: alegria, raiva,tristeza, aversão, medo e surpresa. 

 

As secundárias, também chamadas de sociais porque são experimentadas a partir das interações, são, por exemplo: ciúme, vergonha, culpa e orgulho.

 

 

Gardner (2000) define cinco domínios principais para entendermos e aplicarmos a inteligência emocional, no dia a dia, são eles: autoconhecimento, sociabilidade, autocontrole, automotivação e empatia.

1. Conhecer as próprias emoções (autoconhecimento): é muito importante observar nossos sentimentos no momento presente. Quanto mais temos clareza sobre as emoções melhor guiamos a nossa própria vida e somos menos guiados pelas emoções. Ou seja, não deixamos elas tomarem conta da nossa razão.


2. Lidar com emoções (auto controle): a autoconsciência permite que a emoção seja apropriada ao momento. Sentimos maior facilidade de olhar para o sentimento e enfrentá-lo. As pessoas que possuem essa aptidão, ressignificam melhor um sentimento combatendo tristeza, depressão e etc. Enquanto que quem não possui essa aptidão, não se recuperam tão rápido e se abatem de maneira incapacitante.


3. Motivar-se: essa energia, esse impulso quando bem usados ajudam a alcançar desempenhos cada vez melhores. Gera maior produtividade e melhores resultados em qualquer atividade que desempenhe.


4. Reconhecer emoções nos outros (empatia): essa é para poucas e especiais pessoas. A empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Quando ela é posta em prática diminuímos o julgamento e entramos em estado de compreensão. A empatia alimenta-se da autoconsciência; quanto mais abertos estamos para nossas emoções, mais hábeis seremos na leitura de sentimentos.


5. Lidar com relacionamentos (sociabilidade): é em parte saber lidar com as emoções dos outros. Essa aptidão reforça a popularidade, a liderança e a eficiência interpessoal.

Já pensou se possui essas 5 características? Qual delas é mais forte em você? Qual dessas, você já percebe não ter e considera importante desenvolver?

Dá um play e ouve o podcast que gravei sobre Motivação e Inteligência emocional.

Segundo Daniel Goleman(2011) em seu famoso livro “Inteligência Emocional”, John Mayer, psicólogo da Universidade de New Hampshire,em seus estudos sobre a inteligência emocional constatou que as pessoas tendem a adotar estilos típicos para acompanhar e manejar suas emoções:


· AUTOCONSCIENTE: são pessoas conscientes das suas emoções no momento em que ocorrem. Essa clareza pode reforçar outros traços de personalidade: são autônomas e seguras de seus próprios limites, gozam de boa saúde psicológica e tendem a ter uma perspectiva positiva da vida. Quando entram num estado de espírito negativo, não ruminam nem ficam obcecadas com isso e podem sair dele mais cedo. Em suma, a vigilância delas ajuda-as a administrar suas emoções.


· MERGULHADAS: são pessoas muitas vezes inundadas por suas emoções e incapazes de escapar delas, como se seus estados de espírito houvessem assumido o controle. São instáveis e não têm muita consciência dos próprios sentimentos, de modo que se perdem neles, em vez de ter alguma perspectiva. Em consequência, pouco fazem para tentar escapar a esses estados de espírito negativos, achando que não têm controle sobre sua vida emocional. Muitas vezes se sentem esmagadas e emocionalmente descontroladas.


· RESIGNADAS: embora essas pessoas muitas vezes vejam com clareza o que estão fazendo, também tendem a aceitar seus estados de espírito e, portanto, não tentam mudá-los. Parece haver dois ramos do tipo resignado: os que estão geralmente em bons estados de espírito e por isso pouca motivação têm para mudá-los e os que, apesar de verem com clareza seus estados de espírito, são susceptíveis aos maus e os aceitam com uma atitude de laissez-faire, nada fazendo para mudá-los, apesar da aflição que sentem – um padrão encontrado entre, digamos, pessoas deprimidas que se resignam ao seu desespero.

Agora, vamos estudar um dos cinco elementos da inteligência emocional: motivação, um aspecto importantíssimo para se construir uma carreira de sucesso. 



REFERÊNCIAS DESTE TEXTO:
CHIAVENATO, Idalberto. Planejamento, Recrutamento e Seleção de Pessoal. Como agregar talentos à empresa. 8ª ed. São Paulo: Manole, 2015.
DE OLIVEIRA,Lucia Barbosa; ROCHA, Juliana da Costa. Engajamento no trabalho: antecedentesindividuais e situacionais e sua relação com aintenção de rotatividade. IN: Revista Brasileira de Gestão de Negócios. São Paulo, v. 19, n. 65, p. 415-431, Jul./Set. 2017. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rbgn/v19n65/1806-4892-rbgn-19-65-00415.pdf. Acesso em 10/08/2019.
GARDNER, Howard. Inteligências múltiplas, a teoria na prática. Porto Alegre: 2000.
GOLEMAN, Daniel. Inteligência Emocional: a teoria revolucionária que redefine
o que é ser inteligente. Rio de Janeiro: Objetiva, 1995.
 

Bom vou terminando por aqui.
Espero que tenha gostado dessas dicas.

Para assistir outros vídeos, acesse meu canal no youtube, clique aqui.

Quer receber nossa newsletter? Coloque seu e-mail no espaço abaixo para receber minhas dicas!

    %d blogueiros gostam disto: