A ESSENCIA DO PROCESSO DE COACHING

     

Coaching é o processo de construção do planejamento estratégico pessoal para desenvolvimento de competências no ser humano com foco em suas metas profissionais e pessoais. São quatro bases de ação: foco no positivo, foco no futuro, foco em metas e foco em perguntas.

         

O coaching está fundamentado em quatro teorias: metodologia socrática (maiêutica), teoria sistêmica, psicologia positiva (teoria do flow) e psicologia sociocultural.

       

A psicologia positiva foca na felicidade, na motivação, na resiliência e nas metas. A teoria do flow é um estado mental onde a pessoa está totalmente imersa no que está fazendo, provocando um sentimento de envolvimento e satisfação com o que está sendo feito, isso acontece quando o desafio não é tão difícil que estresse, nem tão fácil que entedie.

     

Para a International Coaching Federation [ICF] (2015), coaching é um processo estimulante e criativo que inspira a maximizar o potencial pessoal e profissional, na busca do alcance dos objetivos e metas, por meio do desenvolvimento de novos e mais efetivos comportamentos.

       

Um dos grandes divisores de águas na popularidade do coaching e uma das principais fontes de inspiração nessa prática vem do livro de Timothy Gallwey, “O jogo interno do tênis” (The Inner Game of Tennis), lançado em 1974.

       

Gallwey fala sobre como, no jogo de tênis, o adversário do outro lado da rede não é o único a trabalhar contra você. Você também tem um adversário interior, ou crítico interno, que assume a forma de seu Ego (lado realístico e coibidor) destinado a garantir sua sobrevivência, por isso permite a manifestação do medo.

       

O Self 2 é o ser humano por si mesmo. Todo potencial inerente que nasceu conosco. Personifica nossa habilidade inata de aprender e de nos divertir como crianças.

       

O SELF 1 é a voz que julga, critica e tem uma segunda opinião para cada movimento seu. Em vez de ajudar você a melhorar, o Ego, na verdade, dificulta seu progresso. É aquele que tenta controlar o self 2, baseado na desconfiança, é o crítico julgador, a voz das interferências.

     

Segundo Gallwey, em vez de ouvir o seu interior crítico, você precisa: aprender a observar a si mesmo a partir de um ponto de vista neutro, para avaliar o que você deve fazer objetivamente e sem julgamento; programar uma nova aprendizagem a partir do uso de imagens e exemplos e deixar acontecer.

         

A equação de desempenho: DESEMPENHO = POTENCIAL – INTERFERÊNCIAS.

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